quarta-feira, 26 de novembro de 2008

wireless e terroristas

O dia amanheceu triste e o ar parece mais pesado. Por aqui ainda não se sabe quem são os terroristas, nem o porquê de semelhante ataque (se bem que nunca haverá uma justificação satisfatória).

Entretanto, aqui no Instituto, o acesso à rede sem fios está ainda mais difícil do que antes, daí a falta de notícias. Há muitas fotos da visita de fim de semana a Jaipur para publicar (elefantes no meio do trânsito, encantadores de serpentes, entre outros), mas o wi-fi não deixa. Resta-nos esperar...

8 comentários:

Helena Almeida disse...

Goi!! Bom dia!
Que bom ter notícias tuas...
Por cá, a notícia do ataque terrorista também me deixou em sobressalto. E tudo isto fez-me pensar na tua tese de mestrado. Há formas de mediar um conflito quando, por vezes, nem sequer sabemos quem se opõe a nós? É que o poder do terrorismo advém do facto dos seus "soldados" estarem ocultos. Não lhes conhecemos as fardas, os rostos... enfim, são um de nós até aquele momento.
BEIJOS!!

rita disse...

gosto de te saber bem! ufa ufa!
beijo grande

Tiago disse...

Bolas... Quando ouvi a notícia até me caiu tudo.

Folgo em saber que estás bem!

Bjinhos!

Teresa disse...

Ontem quando vi o telejornal pensei logo em ti. Apesar de estares longe do local dos atentados, nunca se sabe... Felizmente estás bem! Beijinhos e keep it safe;)

eduardo disse...

Ai a Teresa onde te foste meter.... Apanhei um grande susto... Mas ainda bem que está bem. Bjs, Eduardo

fernandesmariateresa disse...

Querida, mesmo sem fotos vai dando noticias aqui.
Mandei-te um email. beijinhos.

CHÁ DE TÍLIA disse...

Olá Teresinha
Confesso que fiquei em pânico e a primeira coisa que me ocorreu, foi: “ a Teresa não está nesta zona!” mas depois… o Querubim lá foi ver o mapa e apesar de sabermos que não estavas na zona… achamos que mesmo assim estavas demasiado perto!... não vá ai os terroristas serem tão bons como os nossos policias que quando afirmam ter disparado para o ar já sabemos que há mortos …
De repente ocorreu-me que no auge da guerra em Moçambique (Renemo/Frelimo) eu estava lá e que tirando as noticias que nos iam chegando nunca vi um morto a não ser quatro vitimas da cobra mamba
beijokas

Queiroz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
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